Do recebimento no banco de sangue ao registro da transfusão, o HemoPlus-AT guarda cada movimento com data, hora e responsável — e emite os livros que a vigilância pede.
Se a resposta depende de procurar em caderno, planilha ou na memória de quem estava no plantão, o risco já existe — e ele é clínico antes de ser administrativo.
A unidade entra por leitura de código de barras e só sai do sistema com desfecho registrado. É essa convergência que permite reconstruir a história de qualquer bolsa anos depois — da bolsa para o paciente, ou do paciente para a bolsa.
O sistema interpreta o DIN — o número de identificação da doação —, reconhece a instalação de origem pelo FIN e agrupa os hemocomponentes sob a mesma doação.
A chave é o par doação + hemocomponente. A bolsa repetida é barrada apontando o registro que já existe — e os demais componentes da mesma doação seguem liberados.
A identificação do operador pode ser exigida no momento da gravação, independente de quem abriu a sessão. O plantão troca; o rastro não se confunde.
A sequência transfusional é uma corrente: cada elo depende do anterior estar completo e válido. A liberação depende da reserva; a reserva depende da imunohematologia do paciente dentro da validade que o serviço definiu.
A unidade incompatível para aquele paciente não volta a ser oferecida.
Reservar fora do grupo existe, é previsto e fica registrado como tal — não acontece por descuido.
Fora da validade, o fluxo pede nova amostra antes de seguir para a reserva.
Todas as unidades e estações acessam o mesmo banco em tempo real. O estoque que a agência vê é o estoque que existe.
Entrada de hemocomponentes com leitura ISBT 128, fracionamento, POOL, transferência, cedência, irradiação e comprovação de destino.
Da prescrição médica ao ato transfusional: pacientes, imunohematologia, reserva, liberação, transfusão e reação transfusional.
Histórico completo de qualquer bolsa ou paciente, com os responsáveis por cada operação, data e hora.
Emissão de todos os documentos do sistema, conforme o nível de acesso de cada usuário.
Parametrização do que a agência exige em cada processo — o sistema se molda ao serviço.
Catálogos mantidos pelo próprio serviço, com as nomenclaturas e terminologias da casa.
Usuários, perfis e permissões por módulo, função e relatório. O gestor define quem faz o quê.
Integração com a Secretaria de Estado da Saúde, para os serviços do Paraná.
Todos com filtro por período e por agência, e com acesso controlado por perfil — o faturamento não abre o que é do laboratório.
A mensalidade não conta postos de trabalho. Crescer a equipe ou abrir um novo setor não muda o contrato.
Não há prazo mínimo nem multa por rescisão de contrato.
Para a maioria dos serviços a versão livre atende, e a M4 fornece e instala. Se o hospital já tem licença, o sistema usa a que existe.
Todo acesso ao servidor depende de autorização prévia do responsável do contratante — como a LGPD exige.
Apresentamos o sistema rodando sobre um cenário parecido com o do seu serviço — com os seus bancos de origem, os seus tipos de hemocomponente e os relatórios que a sua vigilância pede. Sem compromisso e por acesso remoto.